Fui sequestrado. Taparam minha boca com fita, amarram meus membros com cordas eme jogaram dentro de um trem que está indo a trezentos por hora para um lugar que eu sempre temi conhecer. Um lugar que eu não quero conhecer. Um lugar que eu recuso conhecer com todas as minhas forças. Insisto em dizer que eu não pertenço àquilo. Não posso pertencer. Não quero pertencer.
Inicia-se a corrida contra o relógio, preciso arranjar um jeito de pular daquele trem. De me soltar. Se ele chegar àquela estação, chegar àquele lugar, tudo estará perdido. Toda a luta e persistência de todos esses anos serão irrelevantes. Preciso me soltar, tenho que lutar, não importa se vou me machucar, preciso pular desse trem.
A cada minuto olho pela janela e noto que estou cada vez mais próximo da estação indesejada. Meus esforços, até então bem sucedidos, estavam me mantendo longe daquele lugar assustador, mas desde que, um mês atrás, me obrigaram a entrar nesse trem, tudo parece ter sido em vão. Perco o fôlego de segundo em segundo só de imaginar desembarcar naquele lugar. Mas como fugir? Minha boca está tapada, minhas mãos e pés amarrados. Estou completamente imóvel, tiraram-me o direito de escolha.
Mas continuo a lutar, continuo a persistir, preciso me soltar, preciso chegar até a cabine do maquinista e parar esse trem, ou ao menos achar um desvio. Mas de onde tirar forças? Minha persistência é tanta em não chegar àquele local que continuo a lutar, mesmo doendo, mesmo no fundo querendo descobrir o que tem lá. Mas não posso. Não devo. Não quero. Tenho que lutar, tenho que vencer, ter esperanças! Pois desembarcar naquele lugar é algo mais que apocalíptico.
Inicia-se a corrida contra o relógio, preciso arranjar um jeito de pular daquele trem. De me soltar. Se ele chegar àquela estação, chegar àquele lugar, tudo estará perdido. Toda a luta e persistência de todos esses anos serão irrelevantes. Preciso me soltar, tenho que lutar, não importa se vou me machucar, preciso pular desse trem.
A cada minuto olho pela janela e noto que estou cada vez mais próximo da estação indesejada. Meus esforços, até então bem sucedidos, estavam me mantendo longe daquele lugar assustador, mas desde que, um mês atrás, me obrigaram a entrar nesse trem, tudo parece ter sido em vão. Perco o fôlego de segundo em segundo só de imaginar desembarcar naquele lugar. Mas como fugir? Minha boca está tapada, minhas mãos e pés amarrados. Estou completamente imóvel, tiraram-me o direito de escolha.
Mas continuo a lutar, continuo a persistir, preciso me soltar, preciso chegar até a cabine do maquinista e parar esse trem, ou ao menos achar um desvio. Mas de onde tirar forças? Minha persistência é tanta em não chegar àquele local que continuo a lutar, mesmo doendo, mesmo no fundo querendo descobrir o que tem lá. Mas não posso. Não devo. Não quero. Tenho que lutar, tenho que vencer, ter esperanças! Pois desembarcar naquele lugar é algo mais que apocalíptico.
Nhawww, que coisa fofa esse Gabriel.
ResponderExcluirAlgum dia tu ainda me conta quem é essa menina (ou eu descubro sozinha, PALHAÇO).
Mt lindos os seus textos porém você já sabe minha opinião sobre eles né!
Vão ser daoras as suas notas nas redações, heim moço?
Ve se não fica maaais um mês sem postar aqui, quero ver outro semana que vem, hehe.
(Meu deus, não sei fazer um comentário que preste!! Vou calar a boca agora, só queria te deixar feliz :3)
Bom, bom, bom. Melhor ainda quando você CONTAR PRA SUA BIG FAST FOOD o que essa bela e floreada metáfora SIGNIFICA! Aí sim.
ResponderExcluirEu poderia dar minha opinião técnica, tá eu não poderia. Mas como mera sócia lá vai minha opinião: Tá MUITO bom. Parabéns.
Agora, seja um bom Big Fast Food e vai fazer o que tu tem que fazer (ruuum)
Gabriel, esse texto é muito bem escrito. A analogia que você faz usando a figura do trem e da estação pra representar um daqueles momentos da vida em que não sabemos como agir é fantástica! Meu xodó desse blog era o "Três Crianças" e você e a Renata sabem disso, mas acho que esse texto virou meu preferido agora.
ResponderExcluirSó por favor, passa a postar pelo menos de 15 em 15 dias se for muita coisa pedir um texto novo toda semana. rsrsrs